
Governo avalia impacto dos preços na TAP e noutros meios de transporte

O governo está a avaliar o impacto do aumento do preço dos combustíveis em diálogo com todo o sector do transporte, desde rodoviário a ferroviário, ou marítimo e áereo, incluindo contas da TAP e seu processo de privatização.
O governo está a avaliar o impacto do aumento do preço dos combustíveis nas contas da TAP e no processo de privatização, garante o ministro das infraestruturas e habitação.
Miguel Pinto Luz questionado pelos jornalistas à margem de uma cerimônia em Aveiro, garantiu que o executivo está em diálogo com o setor dos transportes de passageiros para avaliar o impacto do aumento do preço dos combustíveis, sem adiantar se medidas de apoio concretas.
“Nós estamos a avaliar todas as dimensões. Não posso ainda adiantar nada sobre esse tema. Estamos em constante diálogo com todo o setor”, disse o ministro.
Para além do transporte rodoviário, marítimo ou ferroviário, o ministro esclareceu que o impacto da flutuação de combustíveis tem sempre consequências nas companhias aéreas.
“É um dos fatores primordiais nas companhias aéreas e, portanto, terá sempre impacto. Estamos a avaliar. Esperamos, e esse é o desafio, que a paz se faça o mais depressa possível”, adiantou.
Já sobre o processo de privatização da TAP, Miguel Pinto Luz escusou-se a falar sobre o andamento dos procedimentos, apenas assegurou que o Governo está trabalhar para vender bem a TAP.
“Estamos a fazer aquilo que nos compete, gerir a TAP e vender a TAP - a parte que vamos alienar, 49,9% da TAP - bem vendida, ou seja, a um consórcio que possa oferecer a Portugal um ‘hub’, que possa oferecer a Portugal rotas, que possa oferecer à TAP investimento, renovação, inovação. É isso que nós estamos a trabalhar e é isso que queremos entregar aos portugueses”, afirmou.
O prazo para a entrega de propostas não vinculativas para a compra dos 49,9% da TAP termina a 2 de abril.









